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sábado, 28 de novembro de 2009

Ele faz a diferença?


Adriano, Imperador, o Tanque. Ele tem muitos nomes, é temido, respeito, é lutador, vencedor, etc. Por todos os clubes que passa se torna referência. No flamengo não é diferente vem sendo fundamental nessa reta final do brasileirão mas agora está fora do proximo confronto por causa de uma bolha. Mas será que ele realmente faz a diferença para o Mengão?

Parece que não, já que sem ele o Flamengo tem rendimento melhor 57% e com ele 56%.

Flamengo sem Adriano:


Cruzeiro 2 x 0 Flamengo
Flamengo 0 x 0 Avaí
Santo André 1 x 2 Flamengo
Flamengo 3 x 0 Santo André
Atlético-PR 0 x 0 Flamengo
Vitória 3 x 3 Flamengo
Flamengo 2 x 1 São Paulo

Números do Flamengo com Adriano:
14v, 7e, 8d



Equipe HouseTelevision



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Caso Zelaya

Roberto Micheletti
O presidente de Honduras, Roberto Micheletti, acusou o presidente deposto Manuel Zelaya de espalhar bombas para boicotar as eleições deste domingo.

"São pressões psicológicas que pretendem exercer esses senhores para poder provocar esse tipo de preocupação entre os cidadãos", declarou Micheletti à rádio local HRN.

Ele fez essa declaração se referindo a a resistencia contra o golpe de estado de 28 de junho, quando Zelaya foi deposto. A resistencia anunciou nesta sexta-feira, ontem um "toque de recolher" para a população hondurenha, para que não votem nas eleições

"Fazemos um chamado para o toque de recolher das seis da manhã às seis da tarde de domingo para que ninguém saia para votar e para que não seja reprimido", afirmou à AFP o coordenador da Frente, Juan Barahona.

A população já deve estar acostuma a esse toque de recolher, pois a 2 meses Micheletti vem implantando-o para evitar revoltas e movimentos contra a Resistência.


Equipe HouseTelevision

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Rússia investiga se descarrilamento de trem que matou 30 foi ato terrorista

Do G1, com agências internacionais

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A Procuradoria Geral da Rússia anunciou que abriu um inquérito criminal para descobrir se o descarrilamento de um trem ocorrido na sexta-feira foi um ato de terrorismo.

Otrem de passageiros ia de São Petersburgo a Moscou nesta quando saiu dos trilhos, deixando mais de 30 mortos e dezenas de feridos, segundo o ministério russo para situações de emergência.

Segundo a ministra da Saúde e Desenvolvimento Social, Tatiana Golikova, citada pela agência Interfax, 95 pessoas ficaram feridas e foram hospitalizadas. Os trabalhos de resgate continuavam

O acidente ocorreu às 21h30 locais (16h30 de Brasília), próximo à cidade de Bologoye, a 350 km de Moscou.

O Nevski Express havia saído da estação de Liningradsky, em Moscou, às 19h locais e devia chegar a Petersburgo às 23h30. Havia 660 passageiros a bordo.

Os três últimos dos 14 vagões teriam sido atingidos pelo acidente.

Vladimir Yakunin, presidente da companhia ferroviária russa, disse que o acidente pode ter sido causado por uma explosão sob os trilhos.

"A principal tese examinada pelos investigadores é a da explosão de uma bomba instalada por desconhecidos. Ou seja, um atentado", disse ele no local da tragédia.

Foto: AFP

Trabalhadores no local do descarrilamento do trem na manhã deste sábado (28). (Foto: AFP)

Foto: AFP

Equipes trabalham nos destroços do trem de passageiros na madrugada deste sábado (28). (Foto: AFP)

Foto: AP

Destroços dos três vagões que saíram dos trilhos. (Foto: AP)

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Na Câmara, projetos 'urgentes' estão há quase 20 anos sem votação

Levantamento feito pelo G1 mostra que, ao todo, 65 projetos na Câmara dos Deputados que ganharam o selo de "urgentes" não têm nem previsão de votação.

Destes, dois são projetos que tiveram a prioridade aprovada pelos deputados em 1990, e ainda não tiveram sua votação concluída. O levantamento foi feito com base em dados da Secretaria-geral da Mesa da Casa.

Além dos dois projetos de 1990, outros 13 considerados “urgentes” estão à espera de votação desde 1999. Outras 31 propostas receberam o carimbo entre 2000 e 2006 e não tiveram trâmite concluído até agora. Na atual legislatura, iniciada em 2007, 19 projetos com “urgência” ainda estão à espera de votação. Entre eles estão três dos quatro projetos que tratam do marco regulatório do pré-sal e estão em processo de votação neste mês.


Matéria de relevante e inadiável interesse nacional

Segundo o artigo 155 do regimento interno da Câmara, poderão ganhar carimbo de “urgência” os projetos que tratem de “matéria de relevante e inadiável interesse nacional”. Para aprovar a urgência, é necessária maioria absoluta de votos (257 deputados a favor). Alguns requerimentos, no entanto, são aprovados, por acordo, de maneira simbólica.

São os próprios deputados que definem quais os projetos que ganham esta “urgência” e mereceriam ser tratados como prioritários. Ao receber este carimbo, os projetos não precisam mais retornar para as comissões temáticas e podem ser apreciados diretamente em plenário. Quando são incluídos na ordem do dia, estes projetos têm prioridade sobre os outros, só perdendo para medidas provisórias.

Mas não chegam a trancar a pauta de votações, como os projetos com "urgência constitucional". Esse regime só pode ser solicitado pelo presidente da República, e estabelece prazo de votação de 45 dias para a Câmara e mais 45 para o Senado. Depois disso, nenhuma outra proposta é votada na Casa onde estiver.


Os mais antigos

O projeto “urgente” que espera há mais tempo para ser votado na Câmara é de autoria de um ex-senador que virou até presidente da República enquanto a proposta ficou na gaveta. Em 1989, Fernando Henrique Cardoso propôs e o Senado aprovou no mesmo ano um projeto de lei complementar para regulamentar um dispositivo da Constituição que dispõe sobre a tributação de grandes fortunas. A proposta teve a urgência aprovada pelos deputados no dia 14 de fevereiro de 1990, mas nunca conseguiu ter sua votação concluída em plenário.

Ampliar FotoFoto: William Volcov/AE

O ex-senador e ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, autor de um dos projetos "urgentes" mais antigos da Câmara. (Foto: William Volcov/AE)

O projeto original de FHC desejava tributar donos de patrimônio superior a dois milhões de cruzados novos. A proposta recebeu diversas emendas na Câmara, como dos ex-deputados Aloízio Mercadante (PT-SP), hoje senador, e Haroldo Lima, atual diretor-geral da Agência Nacional de Petróleo. Entre os relatores da proposta ao longo do tempo aparece o atual ministro da Defesa, Nelson Jobim, que chegou até a presidir o Supremo Tribunal Federal (STF) enquanto o projeto aguarda votação. Desde 6 de dezembro de 2000, o projeto não foi alvo mais sequer de discussão, seja no plenário, ou em comissões.

No mesmo ano de 1990 os deputados deram urgência a outro projeto que ainda não teve seu trâmite concluído. O projeto de autoria do ex-deputado Lysaneas Maciel, já falecido, tenta regulamentar o trabalho noturno.

Diferente do projeto do FHC, a proposta de Maciel já foi alvo de deliberação da Câmara. No dia 14 de dezembro de 1990 a Casa aprovou o projeto e o enviou ao Senado. Em janeiro de 1995, no entanto, o projeto voltou para a Câmara após receber alterações na outra Casa. Desde então, a proposta tramitou por comissões, mas continua ainda aguardando uma votação final em plenário. Desde o dia 5 de julho de 1995 a proposta nunca mais voltou a ser debatida.


Suco hidratado ou diluído?

Entre os projetos com urgência que aguardam votação está um que discute a possibilidade de adição de água em sucos. O projeto original, apresentado pelo ex-deputado gaúcho Fetter Júnior em 1994, permitia a adição de água desde que a embalagem informasse ao consumidor o percentual de água e trouxesse a inscrição “suco hidratado”.

O projeto foi aprovado pela Câmara da forma como desejava o deputado Fetter, mas o Senado decidiu fazer uma alteração. Em 1996, os senadores decidiram que a expressão “suco diluído” era a mais adequada e devolveram o projeto para a análise da Câmara. Treze anos depois, os deputados ainda não concluíram a votação, nem decidiram se hidratado ou diluído é melhor para definir o suco que contém água.


Bom samaritano

Outro tema “prioritário” para o Congresso e sem decisão é a possibilidade de isenção de processos contra pessoas físicas e jurídicas que doarem alimentos que causem danos às pessoas carentes que os receberem.

O projeto, chamado de “Bom Samaritano”, foi apresentado e aprovado pelo Senado em 1998. Desde então, o projeto tramita por comissões da Câmara e não chegou ao seu desfecho. Em janeiro de 2004, um requerimento de urgência foi aprovado, mas a expectativa de uma deliberação imediata sobre o tema não se concretizou. Apesar de eventualmente ser lembrado em plenário por alguns parlamentares, desde agosto de 2005 o projeto jamais voltou à pauta.


Regulamentação do Lobby

Frequentemente apontado como um problema do parlamento, o lobby continua sem regras até agora, mas não por falta de “urgência”. Em dezembro de 2001, os deputados decidiram dar caráter de urgência a um projeto de 1990 do senador Marco Maciel (DEM-PE) que trata do tema.

Ampliar FotoFoto: Luiz Alves/Agência Câmara

O presidente da Câmara, deputado Michel Temer (-SP). (Foto: Luiz Alves/Agência Câmara)

O projeto de Maciel foca a regulamentação no cadastro dos lobistas que atuam no Congresso Nacional. Eles passariam a ser registrados na Câmara e no Senado, teriam credenciais, fariam prestações de contas e poderiam ser punidos por abusos.

A urgência não ajudou para a votação da proposta. Desde que a Casa entendeu o tema ser prioridade o projeto retornou para a pauta algumas vezes até o ano de 2003, mas sem a votação ser concluída.

Irritado com o excesso de manifestantes e grupos ligados a diversas causas que têm frequentado a Câmara neste ano, o tema chegou a ser debatido em uma reunião de líderes. O presidente da Casa, Michel Temer (PMDB-SP), já afirmou que deseja resolver a questão até o final do seu período no cargo, fevereiro de 2011. Mesmo assim, o projeto de Maciel continuou na gaveta e não foi colocado em pauta.

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Dubai deve se livrar da quebra graças a seu irmão mais velho, Abu Dhabi

DUBAI, França (AFP) - Dubai, que pediu moratória de uma parte de sua dívida, não deve quebrar graças ao apoio de seu vizinho petroleiro rico, o Emirado de Abu Dhabi, mas sairá enfraquecido desta crise, segundo analistas.

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"Enquanto Estado soberano, Dubai não está exposto a uma falência porque se beneficia do apoio de Abu Dhabi" (capital da Federação dos Emirados Árabes Unidos), explica o economista especialista em Oriente Médio, Pascal Devaux, do banco BNP Paribas.

As grandes praças financeiras do mundo desabaram na quinta-feira, um dia depois do anúncio de Dubai de um pedido de moratória de seis meses aos credores de seu grande conglomerado Dubai World. As bruscas quedas das Bolsas continuaram nesta sexta-feira.

Em meio ao clima de pânico, o especialista do BNP Paribas disse que a revelação da fragilidade financeira poderia dar a Abu Dhabi "a possibilidade de voltar a controlar os Emirados graças a esta crise".

Capital econômica dos Emirados, Dubai ofusca Abu Dhabi, que produz mais de 90% do petróleo da federação.

Por sua vez, as reservas de cru de Dubai são quase nulas.

Por isso, foi Abu Dhabi que saiu ao resgate de Dubai, lançado há anos em projetos faraônicos e muito endividado atualmente.

"Abu Dhabi nunca deixará cair o filho pródigo, mas não para de criticá-lo pela exuberância e os excessos", destacou à AFP um especialista em finanças islâmicas em Paris que não quis revelar sua identidade.

Na quarta-feira, o governo de Dubai anunciou ter arrecadado 5 bilhões de dólares com seu programa de 20 bilhões de dólares de bônus de Tesouro, lançado no início do ano para enfrentar seus compromissos financeiros.

Estes 5 bilhões foram subscritos justamente por dois bancos com sede em Abu Dhabi: National Bank of Abu Dhabi e Al Hilal Bank, um grande banco islâmico.

Estes bancos estão ligados ao Abu Dhabi Investment Council, um organismo do governo do Emirado de Abu Dhabi, o mais rico dos sete membros da federação.

A primeira parte de 10 bilhões de dólares foi subscrita em fevereiro pelo Banco Central dos Emirados Árabes Unidos, controlado por Abu Dhabi.

"Abu Dhabi não pode se permitir a quebra de Dubai. Pode se permitir o enfraquecimento do Emirado, mas uma quebra de Dubai afetaria Abu Dhabi", destacou por sua vez o analista Ibrahim Khayat.

Este especialista considerou que Dubai "vai recuperar sua solvência financeira em troca de uma solução que o force a renunciar a uma parte de seus haveres em favor de Abu Dhabi".

A dívida total de Dubai está estimada em 80 bilhões de dólares em 2008, entre eles 70 bilhões correspondentes a companhias públicas. Dubai World ficou com 59 bilhões de dólares deste total.

Dubai deve pagar 13 bilhões de dólares de dívida em 2010 e 19,5 bilhões em 2011.

Yahoo.com

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sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Carreta tomba e esmaga carro parado na Fernão Dias

VCRICARDO PEREIRA SOARESInternauta, Pouso Alegre, MG
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ALTERA O
TAMANHO DA LETRA
Foto: Vc no G1
O estado que ficou o Astra. (Foto: Ricardo Pereira Soares/VC no G1)

Por volta das 14h desta sexta-feira, na descida da Serra do Canguava, próximo à cidade de Cambuí (MG), na Rodovia Fernão Dias, uma carreta carregada de carne bateu na traseira de um caminhão e foi parar fora da pista, caindo sobre um Astra que estava parado.

Felizmente, não tinha ninguém dentro do carro. O condutor parou o veículo na beira da pista e foi almoçar com os demais passageiros em um restaurante próximo.

O carro ficou completamente destruído e a carreta chegou a tombar. Felizmente, ninguém ficou ferido.

Foto: Ricardo Pereira Soares/VC no G1
Felizmente não tinha ninguém dentro. (Foto: Ricardo Pereira Soares/VC no G1)

Foto: Ricardo Pereira Soares/VC no G1
De outro ângulo, com a carreta tombada à frente. (Foto: Ricardo Pereira Soares/VC no G1)

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Carreta tombada. (Foto: Ricardo Pereira Soares/VC no G1)

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