Ele faz a diferença?
Flamengo sem Adriano:
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Artigos Relacionados: A Procuradoria Geral da Rússia anunciou que abriu um inquérito criminal para descobrir se o descarrilamento de um trem ocorrido na sexta-feira foi um ato de terrorismo. Otrem de passageiros ia de São Petersburgo a Moscou nesta quando saiu dos trilhos, deixando mais de 30 mortos e dezenas de feridos, segundo o ministério russo para situações de emergência. Segundo a ministra da Saúde e Desenvolvimento Social, Tatiana Golikova, citada pela agência Interfax, 95 pessoas ficaram feridas e foram hospitalizadas. Os trabalhos de resgate continuavam O acidente ocorreu às 21h30 locais (16h30 de Brasília), próximo à cidade de Bologoye, a 350 km de Moscou. O Nevski Express havia saído da estação de Liningradsky, em Moscou, às 19h locais e devia chegar a Petersburgo às 23h30. Havia 660 passageiros a bordo. Os três últimos dos 14 vagões teriam sido atingidos pelo acidente. Vladimir Yakunin, presidente da companhia ferroviária russa, disse que o acidente pode ter sido causado por uma explosão sob os trilhos. "A principal tese examinada pelos investigadores é a da explosão de uma bomba instalada por desconhecidos. Ou seja, um atentado", disse ele no local da tragédia. Trabalhadores no local do descarrilamento do trem na manhã deste sábado (28). (Foto: AFP)
Equipes trabalham nos destroços do trem de passageiros na madrugada deste sábado (28). (Foto: AFP)
Destroços dos três vagões que saíram dos trilhos. (Foto: AP)
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Artigos Relacionados:Levantamento feito pelo G1 mostra que, ao todo, 65 projetos na Câmara dos Deputados que ganharam o selo de "urgentes" não têm nem previsão de votação. Destes, dois são projetos que tiveram a prioridade aprovada pelos deputados em 1990, e ainda não tiveram sua votação concluída. O levantamento foi feito com base em dados da Secretaria-geral da Mesa da Casa. Além dos dois projetos de 1990, outros 13 considerados “urgentes” estão à espera de votação desde 1999. Outras 31 propostas receberam o carimbo entre 2000 e 2006 e não tiveram trâmite concluído até agora. Na atual legislatura, iniciada em 2007, 19 projetos com “urgência” ainda estão à espera de votação. Entre eles estão três dos quatro projetos que tratam do marco regulatório do pré-sal e estão em processo de votação neste mês. Mas não chegam a trancar a pauta de votações, como os projetos com "urgência constitucional". Esse regime só pode ser solicitado pelo presidente da República, e estabelece prazo de votação de 45 dias para a Câmara e mais 45 para o Senado. Depois disso, nenhuma outra proposta é votada na Casa onde estiver. O projeto “urgente” que espera há mais tempo para ser votado na Câmara é de autoria de um ex-senador que virou até presidente da República enquanto a proposta ficou na gaveta. Em 1989, Fernando Henrique Cardoso propôs e o Senado aprovou no mesmo ano um projeto de lei complementar para regulamentar um dispositivo da Constituição que dispõe sobre a tributação de grandes fortunas. A proposta teve a urgência aprovada pelos deputados no dia 14 de fevereiro de 1990, mas nunca conseguiu ter sua votação concluída em plenário. Frequentemente apontado como um problema do parlamento, o lobby continua sem regras até agora, mas não por falta de “urgência”. Em dezembro de 2001, os deputados decidiram dar caráter de urgência a um projeto de 1990 do senador Marco Maciel (DEM-PE) que trata do tema.
DUBAI, França (AFP) - Dubai, que pediu moratória de uma parte de sua dívida, não deve quebrar graças ao apoio de seu vizinho petroleiro rico, o Emirado de Abu Dhabi, mas sairá enfraquecido desta crise, segundo analistas. "Enquanto Estado soberano, Dubai não está exposto a uma falência porque se beneficia do apoio de Abu Dhabi" (capital da Federação dos Emirados Árabes Unidos), explica o economista especialista em Oriente Médio, Pascal Devaux, do banco BNP Paribas. As grandes praças financeiras do mundo desabaram na quinta-feira, um dia depois do anúncio de Dubai de um pedido de moratória de seis meses aos credores de seu grande conglomerado Dubai World. As bruscas quedas das Bolsas continuaram nesta sexta-feira. Em meio ao clima de pânico, o especialista do BNP Paribas disse que a revelação da fragilidade financeira poderia dar a Abu Dhabi "a possibilidade de voltar a controlar os Emirados graças a esta crise". Capital econômica dos Emirados, Dubai ofusca Abu Dhabi, que produz mais de 90% do petróleo da federação. Por sua vez, as reservas de cru de Dubai são quase nulas. Por isso, foi Abu Dhabi que saiu ao resgate de Dubai, lançado há anos em projetos faraônicos e muito endividado atualmente. "Abu Dhabi nunca deixará cair o filho pródigo, mas não para de criticá-lo pela exuberância e os excessos", destacou à AFP um especialista em finanças islâmicas em Paris que não quis revelar sua identidade. Na quarta-feira, o governo de Dubai anunciou ter arrecadado 5 bilhões de dólares com seu programa de 20 bilhões de dólares de bônus de Tesouro, lançado no início do ano para enfrentar seus compromissos financeiros. Estes 5 bilhões foram subscritos justamente por dois bancos com sede em Abu Dhabi: National Bank of Abu Dhabi e Al Hilal Bank, um grande banco islâmico. Estes bancos estão ligados ao Abu Dhabi Investment Council, um organismo do governo do Emirado de Abu Dhabi, o mais rico dos sete membros da federação. A primeira parte de 10 bilhões de dólares foi subscrita em fevereiro pelo Banco Central dos Emirados Árabes Unidos, controlado por Abu Dhabi. "Abu Dhabi não pode se permitir a quebra de Dubai. Pode se permitir o enfraquecimento do Emirado, mas uma quebra de Dubai afetaria Abu Dhabi", destacou por sua vez o analista Ibrahim Khayat. Este especialista considerou que Dubai "vai recuperar sua solvência financeira em troca de uma solução que o force a renunciar a uma parte de seus haveres em favor de Abu Dhabi". A dívida total de Dubai está estimada em 80 bilhões de dólares em 2008, entre eles 70 bilhões correspondentes a companhias públicas. Dubai World ficou com 59 bilhões de dólares deste total. Dubai deve pagar 13 bilhões de dólares de dívida em 2010 e 19,5 bilhões em 2011. Yahoo.comPUBLICIDADE
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Artigos Relacionados:Por volta das 14h desta sexta-feira, na descida da Serra do Canguava, próximo à cidade de Cambuí (MG), na Rodovia Fernão Dias, uma carreta carregada de carne bateu na traseira de um caminhão e foi parar fora da pista, caindo sobre um Astra que estava parado. Felizmente, não tinha ninguém dentro do carro. O condutor parou o veículo na beira da pista e foi almoçar com os demais passageiros em um restaurante próximo. O carro ficou completamente destruído e a carreta chegou a tombar. Felizmente, ninguém ficou ferido. RICARDO PEREIRA SOARESInternauta, Pouso Alegre, MG
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